Sistemas Criativos em Escala

Contexto

Plataforma de ingressos com operação de milhões em GMV mensal, forte dependência de mídia paga e criativos com ciclo de vida curto (janelas de venda de dias, não meses).

Problema

CTR e conversão de checkout variavam muito por artista/evento, e o time criativo era gargalo: cada campanha exigia produção do zero, sem sistema, sem aprendizado acumulado.

Hipótese

Se transformássemos criativos e LPs em sistemas modulares orientados a hipóteses de conversão — hero, prova social, urgência, blocos de FAQ, variações de CTA — daria pra iterar mais rápido, testar mais e reter aprendizado entre campanhas.

Ação

  • Mapeamento dos pontos de queda do funil junto a mídia e growth

  • Criação de biblioteca de blocos no Figma com variações testáveis

  • Padronização de motion para social com formatos reaproveitáveis

  • Ritual semanal com mídia paga para revisar CTR, CPA e hipóteses da rodada

  • Documentação de aprendizados por vertical (shows, festivais, teatro)

Resultado

  • Sustentação de operações com R$100M+ em vendas anuais em turnês nacionais

  • Redução de tempo de setup de LP por campanha

  • Maior previsibilidade de performance criativa por tipo de evento

Trade-off

  • Padronização gerou tensão inicial com desejo de “criativo único” por artista.

  • Resolvido com sistema flexível: base padronizada + camada de identidade por evento.

Aprendizado

Em produto de janela curta, sistema vence originalidade. Criativo vira infraestrutura.